Governança e profissionalização
Estruturação e fortalecimento de conselhos, papéis e responsabilidades, alçadas decisórias, processos de prestação de contas e mecanismos de acompanhamento da administração.
Apoio a sócios e administradores na profissionalização da gestão e nas decisões que definem o futuro da empresa.
Agende uma conversa reservada20+ anos de experiência executiva 300+ empresas atendidas
Decisões importantes concentradas no fundador.
Sucessão sem plano, papéis e prazos definidos.
Divergências entre família, sócios e gestão.
Resultados, margens ou caixa em queda, sem um diagnóstico claro.
O conselho ajuda a organizar as decisões, antecipar riscos e preparar a empresa para o futuro, sem tirar a gestão das mãos de quem administra.
Empresas familiares enfrentam desafios que vão além da gestão operacional. A convivência entre propriedade, família e negócio exige maturidade institucional, clareza nas decisões e mecanismos de governança capazes de proteger o patrimônio e sustentar o crescimento.
Como conselheiro, Fabiano Zanzin atua apoiando sócios e administradores na profissionalização da gestão, no fortalecimento dos processos decisórios e na construção de organizações menos dependentes de seus fundadores.
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Governança não deve ser apenas uma estrutura formal. Deve ser um instrumento efetivo de direção, controle e criação de valor.
Estruturação e fortalecimento de conselhos, papéis e responsabilidades, alçadas decisórias, processos de prestação de contas e mecanismos de acompanhamento da administração.
Acompanhamento do planejamento estratégico, indicadores de desempenho, eficiência operacional, rentabilidade, estrutura de capital e geração de caixa.
Apoio à transição entre gerações, profissionalização da liderança, desenvolvimento de sucessores e definição dos papéis da família, dos sócios e da gestão.
Apoio estratégico em cenários de deterioração de resultados, necessidade de reorganização empresarial, recuperação de margens e fortalecimento da disciplina financeira.
Um conselho efetivo precisa ir além da análise de relatórios e da aprovação de decisões. Precisa questionar premissas, antecipar riscos, desafiar a administração e contribuir para escolhas que fortaleçam o futuro da organização.
Compreensão dos riscos, das decisões e das responsabilidades de quem empreende, investe e constrói negócios.
Vivência em liderança de equipes, operações comerciais, transformação da gestão e execução da estratégia.
Experiência em ambientes de conselho, empresas familiares, processos sucessórios e recuperação de performance.
O papel do conselheiro não é administrar a empresa no lugar dos executivos. É contribuir para que as decisões da administração sejam melhores, os riscos sejam conhecidos e a organização esteja preparada para o futuro.
Fabiano Zanzin é empresário, executivo, autor e conselheiro de administração, com mais de duas décadas de atuação em gestão, liderança e execução da estratégia. Fundador do IBGL e CEO da PowerKR, participa de decisões estratégicas em empresas familiares de diferentes setores, incluindo processos sucessórios e de recuperação de performance.
20+
anos de experiência
300+
empresas atendidas
22 mil+
líderes desenvolvidos
R$ 5 bi
em resultados empresariais associados à atuação nos últimos 4 anos
Você conta o momento da empresa e o que levou a pensar em um conselho agora.
Empresa, sócios, família, gestão e os principais riscos e decisões em jogo.
Formato do conselho, escopo, frequência e investimento, definidos para a realidade da empresa.
Participação nas decisões estratégicas, com acompanhamento de indicadores, riscos e compromissos da administração.
O conselho de administração tem papel deliberativo, previsto no estatuto ou no contrato social. O conselho consultivo orienta sócios e administradores sem esse poder formal e costuma ser o primeiro passo de empresas familiares que estão estruturando a governança. Na conversa, você entende qual formato faz sentido para o momento da empresa.
Não. A atuação apoia tanto empresas que já têm conselho quanto as que querem estruturar o primeiro, começando por papéis, responsabilidades, alçadas de decisão e rituais de acompanhamento.
Não. O papel do conselheiro é contribuir para que as decisões da administração sejam melhores, os riscos sejam conhecidos e a organização esteja preparada para o futuro. A gestão continua com os executivos.
Sim. Reestruturação e recuperação de performance é uma das frentes de atuação, com foco em reorganização, recuperação de margens e disciplina financeira.
Sim. A conversa inicial é reservada e as informações compartilhadas são tratadas com confidencialidade.
Depende do formato do conselho, do escopo e da frequência de atuação. A proposta é apresentada depois da conversa inicial.